Às vezes a gente tá lá, no topo de um vulcão na Islândia, com o vento cortando a alma, a luz batendo às nove da noite e aquele frio que faz a câmera parecer um pedaço de gelo na mão… e mesmo assim, a cabeça tá viajando pra outro lugar.
A gente pensa se tá bom o suficiente.
Se o nosso trabalho encaixa no “padrão”.
Se a gente tá ficando pra trás.
Se o mercado vai aprovar.
Se a comparação vai parar de doer um pouco.
Mas esse ensaio me lembrou uma parada simples: nada que é único nasce de conforto.
Não existe autenticidade onde você tenta caber num molde que nunca foi feito pra você.
O que te faz ser você não tá no preset, não tá no equipamento, não tá no estilo da moda.
Tá no olho que só você tem.
Na vivência que só você carrega.
No caos interno que só você sabe como transformar em arte.
E enquanto você tenta se comparar, você se perde.
Enquanto tenta se encaixar, você se diminui.
Enquanto tenta seguir a fórmula, você esquece que é justamente não seguir que cria legado.
Eu sei que, às vezes, a gente tá atolado de boleto, responsabilidade, cobrança, e parece que a única saída é virar aquilo que o mercado diz.
Mas respira.
Olha pra dentro.
A sua resposta tá aí — não lá fora.
E é isso que a gente ensina no Free Soul O Legado, encontrar essa voz que você já tem, mas que o mundo tenta calar.
O link tá na bio, se isso tocar algo em você.
Não porque você “precisa aprender mais”.
Mas porque talvez seja a hora de lembrar quem você é.